terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Criptografia simétrica e assimétrica. Sabe a diferença?

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No âmbito da criptografia (do grego esconder+escrever), a encriptação é o processo de transformação de uma informação original, numa informação ilegível, para terceiros. Este mecanismo tem como objectivo o envio de informação confidencial de forma segura, sendo apenas possível a sua descodificação por pessoas  autorizadas (que possuam a chave de “desencriptação”).


A criptografia existe desde a antiguidade, e estava normalmente associada a atividades militares e diplomáticas. Considerada por muitos como uma ciência ou arte, tem como principal objectivo o de disfarçar informação através de processos de codificação, e de repor essa mesma informação no seu estado original através de processos de descodificação.
A criptografia estuda do ponto de vista matemático os métodos usados na proteção da informação. A criptoanálise estuda as técnicas que permitem quebrar um algoritmo criptográfico.  Ao conjunto da criptografia e da cripto-análise, designa-se criptologia.

O que é a encriptação e desencriptação?
  • Encriptação – Transformação reversível dos dados por forma a torná-los inteligíveis
  • Desencriptação - Operação inversa da encriptação
Criptografia Simétrica
A criptografia simétrica é também conhecida por criptografia de chave secretaDES , 3DES , AES e RC4 são alguns dos algoritmos que usam criptografia simétrica.
Algoritmos que usam criptografia simétrica tendem a ser mais rápidos, no entanto não são tão seguros como os que usam criptografia assimétrica, uma vez que a chave usada para cifrar a informação é partilhada entre as várias máquinas.

Funcionamento
  • É usada uma única chave que é partilhada entre o emissor e o receptor. Desta forma, a chave que é usada para cifrar é a mesma que é usada para decifrar.

 Criptografia Assimétrica

A criptografia assimétrica é também conhecida por criptografia de chave pública.
Funcionamento
  • Usam um par de chaves distintas (chave privada e chave pública)
  • A chave pública é usada para cifrar (encriptar)
  • A chave privada é usada para decifrar (desencriptar)

Em comparação com a criptografia simétrica, a criptografia assimétrica tende a ser mais lenta e necessita de um maior poder computacional por parte das máquinas. No entanto, este é um excelente método para garantir segurança num canal público e inseguro (ex. Internet).  Apenas a chave pública é partilhada entre emissor e receptor, e a chave privada é usada para decifrar a informação.

Considerações finais

A confidencialidade é compreendida no domínio da segurança informática, como a capacidade de limitar o acesso à informação apenas às entidades (pessoas, processos, máquinas, etc.) autorizadas. Nesse sentido é essencial que os serviços (ex. home banking, plataformas que possuam informação sensível, e-commerce, etc) possuam mecanismos que garantam alguma nível de confidencialidade da informação transacionada.
Quanto maior for a chave usada no processo de criptografia, mas difícil se torna o ataque a esse sistema. No entanto, existem outros factores que podem influenciar essa segurança, como por exemplo, a capacidade de manter as chaves privadas bem guardadas.
Para proteger as redes de comunicações, a criptografia é umas das ferramentas que permite evitar: intercepção, manipulação e falsificação dos dados enviados. A funcionalidade básica da criptografia é ajudar a enviar informação sensível por um local inseguro.

Outros conceitos

Ataque: ação de tentar decifrar mensagens sem conhecer a chave. Cripto-análise: tentar analisar o algoritmo, ou os textos cifrados até conseguir encontrar algum com sentido.

Força-bruta: tentar todos os valores possíveis de uma chave que funcione em determinado algoritmo de decifrar, até se conseguir encontrar a chave correta.

A segurança perfeita….é um mito!

Fonte: http://pplware.sapo.pt




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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Tornando o Pendrive bootável com Ubuntu

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Pendrive "Ubuntável"

Este tutorial vai mostrar como é possivel rodar e depois instalar caso queira o Ubuntu a partir de um Pendrive USB, isso é possivel fazer copiando os arquivos e depois tornando o USB bootavel.
Lembre-se a maquina onde vai instalar tem que ter a opção na BIOS de bootar pela USB.

Requisitos:

Uma versão instalada do Ubuntu 10.04 ou outra anterior.

Um pendrive usb que está formatado como FAT32 e que tem espaço para o Ubuntu.

A versão do Ubuntu que você vai baixar tem que ser uma *.iso

————–
Passo 1

No raiz do pendrive crie uma pasta chamada “install”

Voce precisa colocar o instalador kernel e o initramdisk dentro dessa pasta, baixe os aqui:

Para AMD64 baixe aqui

Para i386 baixe aqui

Baixe vmlinux  e initrd.gz

Passo 2


Nota: Voce precisa baixar o instalador compativel com sua versao do Ubuntu se baixou o Ubuntu para amd baixe o instalar amd..

Passo 3

Extraia a ISO que você baixou do ubuntu e copie a pasta isolinux para a raiz do seu pendrive. Renomeie a pasta isolinux no pendrive para syslinux. Agora entre na pasta syslinux e renomeie o arquivo isolinux.cfg para syslinux.cfg

Passo4

Vamos agora fazer o Pendrive bootavel com o fdisk

Instale o syslinux:

sudo aptitude install syslinux

Agora faça:

sudo syslinux /dev/sdbX

Onde sdbX é onde seu pendrive esta carregado, verifique com sudo mount.

Um arquivo chamdo ldlinux.sys será criado no raiz do seu usb pendrive.

Passo 5

Copie agora o .iso inteiro para dentro do seu USB.

Passo 6

Verfique se os seguintes arquivos e pastas estão no seu pendrive

ldlinux.sys

Iso do seu Ubuntu.iso

/install/

/syslinux/

Passo 7

Pendrive pronto. Agora é só começar a instalação.

Fonte: torradeira.net
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Fundação Linux lança cartão de crédito

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A Fundação Linux decidiu criar o seu próprio cartão de crédito. Tal cartão, dará 50 dólares (cerca de 36 euros actualmente) à organização por cada activação, e terá suporte para o serviço Visa.
O cartão de crédito da Fundação Linux foi uma ideia desenvolvida pela parceria entre o banco UMB e a CardPartner, empresa destinada às Organizações não-Governamentais que pretendem criar os seus próprios cartões de crédito, com o objectivo de angariar fundos.  A adesão ao cartão de crédito por parte dos utilizadores (especialmente simpatizantes do Linux), será certamente um excelente contributo para o suporte e desenvolvimento do Linux.

 O cartão tem uma aparência muito simples e elegante: à frente com “The Linux Foundation”, e com o Tux, o símbolo da Linux.
O cartão não possui taxa anual, e o utilizador do mesmo, ganhará pontos consoante o uso. Tais pontos podem, depois, ser utilizados em viagens e em lojas com parceria.
Este novo serviço da Fundação Linux, está já disponível para consumidores americanos, cujo objectivo seja apoiar a iniciativa, e os produtos da Fundação.
Por cada cartão activado, a Fundação Linux recebe 50 dólares, bem como uma pequena percentagem nas transferências realizadas no mesmo.
Esta parece uma iniciativa original, que decerto irá angariar, e cativar, muitos utilizadores que assim poderão ajudar, indirectamente, o desenvolvimento do kernel criado por Linus Torvalds.
Segundo a própria empresa, o cartão de crédito da Fundação Linux,  não será lançado para fora dos EUA, devido à dificuldade de encontrar parcerias noutros países.

Criado por Marisa Pinto em 1 de Novembro de 2010
e pplware.sapo.pt
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